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Atitudes podem decretar o seu fracasso profissional.

Formação técnica, competências práticas - como visão sistêmica e flexibilidade - e perfil comportamental são ingredientes que, equilibrados, formam a base da receita de sucesso na carreira.

Some-se aí um ambiente profissional propício ao desenvolvimento e está pavimentada a escada da ascensão profissional, segundo Maximiliano Bavaresco, sócio-diretor da Sonne Branding.



Assim, tanto quanto a formação técnica, competências práticas e cultura organizacional, o perfil comportamental é, sim, fator crítico na trajetória de carreira de qualquer pessoa.

E, em meio à rotina agitada, muitos profissionais não se dão conta de que pode haver algo de errado na maneira como se portam. “A falta de autoconhecimento e autocrítica é um dos principais problemas que eu vejo hoje no mundo corporativo”, diz Eliane Figueiredo, presidente da Projeto RH.

Veja alguns exemplos de atitudes e comportamentos que só vão comprometer o sucesso, segundo os especialistas:

1. Terceirizar a culpa

Quando o desempenho e o resultado são aquém do esperado, sempre há quem saia distribuindo a culpa a pessoas ou fatores externos: o mercado que sofreu retração, a Copa do Mundo que atrapalhou, as condições climáticas que surpreenderam.

“Deixem de lado a história de terceirizar a culpa. De alguma forma, em tempos fartura ou de crise tem empresas ganhando ou perdendo, executivos sendo promovidos ou demitidos. Todo mundo sabe as dinâmicas do mercado”, diz Bavaresco.

Como abrir uma empresa de sucesso.

7 dicas de empresárias bem-sucedidas para conquistar lucros em tempo reduzido

1. Busque um sócio que te complemente 
Há três anos, as amigas Lucilla Queiroz e Cristina Cruz montaram o Ateliê das Três, loja de roupas paulistana. Ali, cada uma tem função definida, o que ajuda a otimizar o tempo. ''Nossa parceria é uma junção de conhecimentos. Por exemplo: como não levo jeito para números, a Cris se encarrega da parte financeira'', diz Lucilla. ''Com isso, sobra tempo para pesquisar tecidos de qualidade e preço baixo, matéria-prima das peças.''


2. Explore um nicho pouco conhecido 
Há 16 anos, Simone Mattar mergulhou no mundo da food design e começou a transformar alimentos em obras de arte, que podem ser expostas ou apenas degustadas por clientes de restaurantes. Hoje, por causa do sucesso, pode escolher os clientes com quem quer trabalhar. ''Desenvolvo a apresentação dos pratos e penso em como integrá-la à imagem comercial da empresa. O resultado é um produto único, que concilia culinária e marketing'', explica.

3. Invista em variedade 
Há pouco mais de um ano, Bruna Cicuto abriu sua primeira loja de lingeries, a Sexy Dolls. Para agradar a diferentes gostos e bolsos, oferece modelos e linhas diversificadas, da básica à sensual. ''Produzimos peças com vários tamanhos de costas e bojo: sutiã com costas P e bojo G, por exemplo'', conta. ''Essa inovação alavancou o negócio. Já temos pontos em todo o Brasil e exportamos para a Europa. E nossa loja virtual, criada há dois meses, representa 20% das vendas.''

4. Facilite a vida do cliente 
As arquitetas Claudina Ferrante e Silvia Tranjan trabalham juntas há 18 anos e não medem esforços para satisfazer a clientela. ''Por causa da rotina agitada das pessoas, passamos a atender no local escolhido por elas'', conta Claudina. ''Procuramos lugares agradáveis para tomarmos um café e, assim, criamos uma atmosfera de bate-papo sem formalidade'', completa Silvia. Foi com essa receita, acrescida de doses de dedicação, que elas conseguiram multiplicar as cifras e, recentemente, até fecharam contratos em Angola.

5. Trate seu cliente com atenção 
Desde que abriram a assessoria de eventos As Duas, Tatiana Creazzo Cury e Silvia Wolosker Levi investiram no relacionamento com os clientes. ''Somos apaixonadas pelo nosso trabalho e o envolvimento vem como conseqüência'', explica Tatiana. Não é para menos. A organização de um casamento, uma das especialidades, implica um ano de convivência com a noiva. ''Além de idealizar e produzir a festa, nos prontificamos até a ajudar na escolha do destino da lua-de-mel'', exemplifica. Como cliente paparicado é cliente satisfeito, essa dedicação rende uma eficiente propaganda boca a boca. ''Acabamos de fechar um casamento com uma garota que soube da nossa empresa por três conhecidas!'', conta.

6. Invista no relacionamento com a equipe 
Manter a qualidade, motivar os subordinados e ainda trazer lucro para a empresa. Esses são os três grandes desafios de Angelita Ribeiro Carvalho, de 33 anos, gerente de um restaurante da rede McDonald’s. E sabe como ela dá conta do recado? Investindo no relacionamento com a equipe. ''Procuro criar um clima de trabalho agradável e ajudar meus funcionários no que precisarem. Dessa forma, garanto o comprometimento e a produtividade deles'', conta. Tem dado tão certo que, este ano, ela foi uma das vencedoras do Prêmio Ray Kroc 2006/2007, programa de incentivo da empresa. Além do reconhecimento, ganhou troféu, pin, o valor equivalente a um salário e uma viagem a Las Vegas. Se vem cargo novo por aí? Luís Bueno, diretor de RH da rede, responde: ''Quando surgem oportunidades de promoção, olhamos primeiro para os funcionários que se destacam''.

7. Inove sempre 
Para venderem as roupas de sua marca, as estilistas Monayna Pinheiro e Patricia Almeida foram criativas. Logo que lançaram a Apego, montaram um fotoblog (site com fotos) a fim de divulgar as peças conforme fossem produzindo. ''Recebemos muitos pedidos por esse meio'', conta Monayna. Como não tinham loja no começo, acertaram ao expor a coleção num bar descolado. ''Isso fez a grife ficar conhecida.'' Outra sacada? ''Levamos as roupas à casa de quem vive sem tempo. E ajudamos a cliente a coordenar com o que já tem. Ela acaba comprando mais.''

Fonte: M de Mulher

Conheça as vantagens e desvantagens de: Franquia e do Negócio próprio.

Trabalhar com uma marca já conhecida ou criar uma empresa totalmente nova? Listamos as vantagens e desvantagens


Franquia X Negócio próprio

Você resolveu largar tudo e começar do zero! Hora de tirar do papel o plano de criar sua empresa. E o que você deseja: criar uma empresa totalmente nova ou abrir uma franquia de uma loja já conhecida? Para tirá-la da dúvida, listamos as vantagens e desvantagens de cada modelo de negócio para você ver seu sonho virar realidade e alcançar de vez o sucesso.

Franquia

Vantagens 

· Estrutura pronta e marca consolidada.
· Já conquistou a confiança do público.
· O risco de a empresa dar errado é menor. Mesmo assim, a grana não é instantânea. O retorno depende também da localização escolhida e da administração do seu negócio.

Desvantagens

· Menos liberdade. É preciso seguir as regras da marca por contrato. Até o guardanapo tem de ser idêntico ao das outras lojas franqueadas!
· Se o contrato não for renovado, você não poderá atuar no mesmo ramo por dois anos.
· É preciso ter uma grana alta para comprar a marca - e o valor varia.
· Mais gastos! Além da franquia, há um valor mensal cobrado de propaganda e royalties (em forma de taxa fixa ou porcentagem sobre o faturamento).

Negócio próprio

Vantagens

· Autonomia para fazer o que quiser com a marca e os produtos.
· Se tudo der errado, nada a impede de começar de novo no mesmo ramo imediatamente.
· Você pode montar a loja do jeito que achar melhor. É possível orçar preços com os fornecedores até encontrar um valor que seja bom para todos - e caiba no seu bolso.
· Você é completamente livre para ampliar ou diminuir seu portfólio a qualquer momento.

Desvantagens

· No começo, não há público fidelizado nem força da marca.
· Você assume 100% dos riscos - mas do lucro também!
· Precisa pagar mais caro para contratar serviços de terceiros.

E o ramo de atuação?

Antes decidir se quer uma franquia ou um novo negócio, pare e pense no que faria você se levantar da cama (com muito prazer!) todos os dias de manhã...E não apenas no que pode dar dinheiro! Claro, o ideal é unir o útil ao agradável, mas o que mais vale é escolher uma área com a qual tenha afinidade. Se adora uma cervejinha e vive se inscrevendo em cursos de especialização, não seria legal montar um loja para vender ou produzir bebidas artesanais? Afinal, você já conhece os rótulos, sabe como funciona a produção...

VIA

#BELEZANATURAL: Cabelos crespos são alvo da empresária Zica Assis.

Foi por não encontrar um produto que tratasse de seu cabelo crespo que Zica Assis passou 10 anos misturando substâncias até chegar ao Super Relaxante. Hoje, são 270 toneladas produzidas por mês e o sonho de levar o produto para todo mundo.


Heloísa Helena Assis, 53 anos, mais conhecida como Zica, não se conformava com as opções de beleza que seu cabelo black power tinha. Nascida no Rio de Janeiro, em uma família muito pobre, passou a adolescência experimentando alisantes, fazendo o possível com o que o dinheiro permitia. Aos 21 anos, decidiu que não queria mais isso.

Trabalhando como empregada doméstica, começou a fazer um curso de cabeleireira na paróquia da comunidade que morava. Ela queria entender melhor o seu tipo de fio e conhecer as opções de tratamento. Para sua surpresa, não encontrou nada. "Na época, não tinha nenhum produto que era especializado no cuidado de cabelos crespos e cacheados, você podia cortar, deixar black power ou alisar. Mas eu queria meu cabelo com balanço, com volume controlado. Queria preservar sua originalidade", conta.

Foi aí que Zica percebeu a falha do mercado e decidiu ela mesma tentar resolver seu problema. Com uma colher de pau e uma bacia, começou a misturar algumas substâncias para tentar achar um produto que fosse eficiente.

Além do próprio cabelo, Zica usava o irmão, Rogério Assis, como cobaia. "Muitas coisas aconteceram. Meu cabelo caiu muito, até porque eu não era esperta de passar só na ponta, já queria passar no cabelo inteiro. O que teve de gente me chamando de maluca, dizendo que eu estava sonhando alto demais. Mas eu não ligava, queria fazer aquilo por mim", diz.

Até chegar à fórmula perfeita, foram 10 anos de tentativas. "Um dia, uma prima minha falou que meu cabelo estava bonito e me perguntou o que eu tinha passado, porque ela também queria. Nunca tinha recebido um elogio pelo meu cabelo. Na mesma hora, percebi que tinha descoberto alguma coisa."

Com ajuda de uma antiga patroa, a cabeleireira conseguiu registrar e patentear o produto, o que permitiu que ela pudesse usá-lo na cabeça de outras pessoas. Na época, com três filhos, conseguiu convencer o marido, Jair, a vender o Fusca que ele utilizava como táxi, uma forma de complemento à renda da família. Dia 27 de junho de 1993, eles abriam na Tijuca o embrião da rede de salões Beleza Natural. Para ajudar no negócio, Zica convidou Rogério, seu antigo cobaia, que trouxe à empresa Leila Velez, uma amiga com quem trabalhava no Mc Donalds. O produto fez sucesso e a fila foi crescendo. Em menos de um ano, os sócios abriram uma filial.

Beleza profissional

Foi Leila que trouxe uma visão mais estratégica à empresa. Ela instaurou, por exemplo, uma linha de produção nos salões, em que a fórmula de Zica, batizada de Super Relaxante, é aplicada em etapas. Hoje, é a presidente do Beleza Natural, ao lado de Rogério, vice-presidente.

A empresa, que abriu com um investimento de 4.200 reais, hoje chega a atender 100 mil mulheres por mês e conta com 20 lojas, 2.500 colaboradores e uma fábrica responsável por 50 produtos - entre eles, 270 toneladas por mês são só do Super Relaxante. A ideia agora é investir ainda mais e abrir 120 lojas nos próximos 5 anos.

O treinamento também é uma parte essencial da administração da empresa para Zica. "Por mais que eu tenha uma fórmula que é secreta, eu tento passar todo conhecimento prático que tenho para as pessoas. É preciso que todo empreendedor passe seu conhecimento para sua equipe, se não ele vai morrer sozinho", diz.

Além de ser embaixadora da marca, Zica se dedica à parte mais prática. Eleita pela Forbes como umas das 10 mulheres mais influentes do país no ano passado, a  empresária luta pelo direito de escolha do cabelo crespo e ondulado. "A pessoa é livre para escolher o que ela ela quer. Hoje tem Beleza Natural para cuidar do cabelo crespo, mas se a mulher não quiser, eu respeito. A pessoa tem que fazer no cabelo o que a faz feliz."

Pensar no outro foi, na verdade, a grande sacada de Zica. "Eu poderia ter descoberto o produto e ter usado só em mim, mas eu queria multiplicar aquilo", conta. Seu maior sonho? "Se eu pudesse, trataria de todos os cabelos cacheados e crespos do mundo. Quero mostra para todos como esse tipo de cabelo é bonito."

VIA

Veja como se destacar no #LinkedIn para conseguir um bom emprego.

A gerente de comunicação latino-americana da rede social mais usada para empregar pessoas conta o que você pode fazer para seu currículo ficar caprichado!


O LinkedIn é uma rede social voltada ao mundo profissional. Lá, você disponibiliza suas experiências como se fosse um currículo online que pode ser visto por qualquer empresa ou recrutador. O Brasil já ultrapassou 15 milhões de usuário na rede e hoje está colocado como o terceiro país do mundo entre os que mais utilizam a ferramenta. Veja dicas de Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação do LinkedIn na América Latina, para você montar um perfil relevante.

Deixe seu perfil o mais completo possível

Faça um esforço para preencher o maior número de campos disponíveis no site. "O perfil é sua identidade profissional. É importante que ele seja o mais completo possível e que tenha os campos pertinentes a sua experiência todos respondidos", diz Fernanda.

Seja verdadeiro

Não finja ser quem você não é. Conte um pouco sobre você, mas não invente habilidades ou características que não possui. "Nossa sugestão é que o usuário monte seu perfil virtual assim como ele é na vida real.", comenta.

Palavras de busca

Fernanda conta que, todo ano, o site faz um levantamento das palavras mais utilizadas pelos usuários do LinkedIn. Em 2013, a mais utilizada foi "responsável". Entre as dez mais também estão "estratégico", "dinâmico" e "multinacional". A gerente explica que o uso frequente dessas palavras torna o seu currículo clichê. "Seja autêntico", ela acrescenta. Não adianta considerar-se uma profissional criativa se não há fatos que comprovem esta percepção. Dar exemplos para demonstrar como você agiu com criatividade nos seus empregos e projetos é melhor do que simplesmente usar as palavras.

Foto

Nunca deixe o seu perfil sem foto, pois, segundo a especilista, os perfis com uma imagem têm 11 vezes mais chances de serem vistos pelos recrutadores - em relação a um que não tem. Assim como o currículo, a foto deve representar você profissionalmente, como em uma reunião. "Dê preferência para retratos", completa.

Aproxime-se

Networking se faz o tempo todo - e no LinkedIn não seria diferente. Porém, nada de sair por aí disparando convites. "Peça para ser apresentada a pessoas que você não conhece, mas que podem te ajudar na sua carreira. Nunca adicione quem não tem nenhuma relação com sua área, pois isso tem pouco sentido prático", alerta Fernanda. Siga os perfis das empresas. Assim você passa a ser notificada toda vez que elas anunciarem vagas.

VIA
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