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Parto cesárea deverá ter justificativa médica.

Resolução da ANS pretende reduzir o número de cirurgias desnecessárias.


Visando a diminuir a incidência de parto cesárea no Brasil, o Ministério da Saúde sancionou uma portaria que exige, a partir de agora, que os médicos da rede privada justifiquem a necessidade da realização do procedimento cirúrgico.

A motivação da restrição se dá pelo alto índice de cesarianas realizadas no território brasileiro, que em hospitais e clínicas particulares chega a 84,6% dos partos. Na rede pública, a taxa é de 40%. O número é extremamente elevado, visto que a recomendação da Organização Mundial de Saúde (OMS) é de apenas 15%.

Entenda as novas regras de parto cesárea

Com a nova medida em vigor, formulada pela Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS) juntamente com o Ministério da Saúde, os profissionais terão que preencher um partograma.

Esse relatório será requisitado para que seja realizado o pagamento pelo plano de saúde. No caso da cirurgia eletiva, o relatório médico deverá ser acompanhado do Termo de Consentimento Livre e Esclarecido assinado pela beneficiária, que substituirá o partograma no processo de pagamento do procedimento.

Ou seja, a gestante terá que se declarar ciente dos riscos da cirurgia e que escolheu o parto cesárea por vontade própria, não por imposição médica.

José Carlos de Souza Abrahão, diretor-presidente da ANS, declarou que, ao fornecer informações qualificadas à mulher e informá-la sobre os riscos que podem ser gerados em decorrência de um procedimento cirúrgico desnecessário, ela estará mais segura na decisão em relação ao seu parto, escolhendo o melhor para sua saúde e a de seu bebê.

A portaria exige, ainda, que as gestantes tenham acesso à taxa de cesarianas realizadas em cada hospital ou clínica e por cada obstetra. Assim, a paciente poderá escolher pelo local e profissional de acordo com o seu desejo.

Clínicas e hospitais privados também serão obrigados a fornecer o Cartão da Gestante e a Carta de Informação à Gestante, na qual deverá constar o registro de todo o pré-natal.

O parto cesárea eletivo e agendado é um dos principais responsáveis pelo aumento do índice de prematuridade. Dados do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef) em parceria com o Ministério da Saúde revelam que, anualmente, o número de bebês que nascem prematuros aumenta.

Enquanto nos anos 2000 a taxa era de 7%, em 2014 o número chegou a 12,5%.

As gestantes que preferirem optar pelo parto cesárea serão advertidas sobre o risco. O pedido pelo procedimento poderá ser feito apenas após a 39ª semana de gestação, visando a minimizar as chances de prematuridade.

Os riscos do parto cesárea

O parto cesárea foi uma grande conquista na medicina, pois ajuda a salvar vidas em situações de risco. No entanto, através dos anos, a sua indicação parou de ser apenas para casos delicados e a intervenção cirúrgica tornou-se cada vez mais realizada, muitas vezes de maneira desnecessária.

Apesar da popularização da cesárea, esse é um procedimento que pode prejudicar tanto a gestante quanto o bebê. Se, de um lado, a comodidade de não sentir dor e de ter um dia marcado para o parto é positiva, de outro está o risco de infecções e de outras complicações.

Um estudo publicado no American Journal of Obstetric and Ginecology, divulgado em 2008, analisou 1,46 milhão de partos e identificou um risco de morte mais de dez vezes maior para gestantes que optam por cesarianas. A taxa de óbito em partos normais foi de 0,2 para 100 mil, enquanto no parto cesárea chegou a 2,2 por 100 mil.

O momento de trazer um filho ao mundo é extremamente importante na vida da mulher e é preciso levar em conta todos os prós e contras. Por isso, converse com o seu médico e, caso a sua vontade não seja respeitada, procure aconselhamento com outro profissional. Sentir-se confortável com a sua decisão é essencial para um bom procedimento.

Fonte: Vivo Saudável

Cuidado com a maquiagem junina no rosto das crianças!

Na hora da make infantil, use produtos apropriados para evitar irritações.

Veja as melhores dicas para curtir as festas juninas caracterizado sem ter problemas!


O que é uma festa junina sem a fantasia e maquiagem típicas, né? A comemoração é marcada por características tão fortes e itens tão típicos que ignorá-los é fazer com que tudo perca um pouco da graça. Mas na hora de produzir uma criança, principalmente quando se fala de maquiagem, todo cuidado é pouco.

De acordo com a dermatologista Annia Cordeiro Lourenço, da Clínica da Pele Annia Lourenço, o mais importante é saber se a maquiagem utilizada é realmente apropriada para crianças. “A orientação é usar produtos hipoalergênicos para proteger a pele dos pequenos”, sugere Annia.

Mas não é apenas na hora de aplicar a maquiagem que se deve ter cautela. Preparar a pele da criança deve ser o primeiro passo antes da produção e também é de extrema importância. Nesta hora, não dispense um hidratante para pessoas alérgicas!

Na hora de maquiar os pequenos, preste atenção também nos materiais que vai usar. A pele da criança é mais sensível, então utilize esponjas e lápis macios. Evite áreas muito próximas aos olhos e confira se o produto está dentro da validade antes de começar.

Após a festa, é importante fazer a higienização da pele assim que possível. Utilize demaquilantes cremosos que não contenham álcool na sua composição. “Mas se a criança apresentar alguma sensibilidade já conhecida, não insista e não faça a pintura no seu filho. As reações podem sempre piorar”, finaliza a dermatologista Annia Cordeiro Lourenço.

FONTE: Yahoo Mulher

Você é um bom exemplo para o seu filho?

Filho de peixe...peixinho é! As crianças herdam muito mais do que os traços físicos dos pais. O modo de agir dos adultos ao redor que formará o caráter delas.


Já ouviu o ditado "faça o que eu digo, mas não faça o que eu faço"? Pois é, ele é mais verdadeiro do que você imagina. De que adianta pedir a seu filho que fale baixo se você grita o tempo todo com ele? Como um menino pode se tornar um homem que respeita as mulheres se em casa ele vê o pai humilhando a mãe porque a comida não saiu do seu agrado?

Ninguém precisa ser perfeito, mas quem é responsável pela formação de um ser humano precisa rever as próprias atitudes o tempo inteiro. "Os pais são o grande modelo para os filhos. A disparidade entre o discurso e as atitudes causa angústia e insegurança na criança", explica a psicóloga Camila Muylaert, de São Paulo. Quem fala uma coisa e faz outra vai perdendo a autoridade de mãe ou de pai. Quando for preciso dar um não bem dado, vai ficar mais difícil ser levado a sério.

Na campanha publicitária intitulada "Children see, children do" ("Crianças veem, crianças fazem", em português), elaborada para a ONG Child Friendly Australia, é possível notar que as crianças aprendem o tempo todo com o convívio dos adultos. Veja aqui o vídeo.


Dicas para aumentar as chances de engravidar.

Se você está pensando em encomendar o bebê nos próximos meses, já é hora de consultar um médico e começar a mudar alguns hábitos. Consumir alimentos que ajudam a diminuir o estresse e ansiedade são uma boa pedida. Esse hábito, se combinado com atividades físicas e alimentação saudável, é ainda mais eficaz. Listamos 10 dicas que vão contribuir para a fertilidade e aumentar as chances de gravidez.

Pegar um pouco de sol diariamente
Esta é maneira mais simples de conseguir doses diárias de vitamina D. Aproveite o verão e separe um momento do dia para isso, melhor ainda se for pela manhã. A vitamina D, além de contribuir para a calcificação dos ossos, ajuda a melhorar o metabolismo da mulher no ciclo menstrual e a ação dos hormônios. Mas não abuse! Passe protetor solar e procure os momentos em que os raios solares são menos nocivos, antes das 10h (ou 11h, no horário de verão) e depois das 16h (ou 16 no horário de verão).  A vitamina D também pode ser encontrada em alimentos como ovo e peixe.

Abrir mão da bebida alcoólica e do cigarro
Se não conseguir parar completamente de uma hora para outra, diminuir a quantidade já ajuda. Lembrando sempre que, ao engravidar, o melhor é parar, sim. Segundo o especialista em reprodução humana Márcio Coslovisky, pai de Beatriz, existem evidências de que as bebidas destiladas trazem efeitos colaterais sérios ao fígado e provoquem hipertensão. E, para engravidar, o ideal é que o seu corpo e sua saúde estejam em ordem e livre de toxinas. Mas, muito pior do que a bebida, é o cigarro. “Quem fuma em média 10 cigarros por dia antecipa a menopausa em dois anos”, diz o médico. As toxinas presentes no cigarro destroem a reserva de óvulos.

Gagueira pode se manifestar até os 12 anos; conheça os sinais.

A gagueira é um distúrbio de linguagem que vem sendo desvendado pela genética e pelas neurociências. Na Classificação Internacional de Doenças da Organização Mundial da Saúde (CID 10), gagueira é uma ruptura no ritmo da fala, na qual o indivíduo sabe precisamente o que deseja dizer, mas é incapaz de fazê-lo devido a movimentos involuntários - não prontamente controláveis. É uma ruptura na expressão oral de um indivíduo, caracterizada por desvios no fluxo, na suavidade, no ritmo, na velocidade e/ou no esforço com as quais as várias unidades da linguagem são ditas. Há interrupções significativas numa sequência estabelecida de sílabas e palavras emitidas em um determinado tempo, isto é, as interrupções são variáveis e não ocorrem em todos os momentos.

Os movimentos involuntários da gagueira ocorrem, na maioria dos casos, em crianças por volta dos três anos, mas pode se manifestar até os 12 anos. Crianças que têm parentes que gaguejam, possuem 70% de chances de também terem gagueira, principalmente crianças que tiveram complicações durante o parto. Também há relatos de casos de gagueiras que resultam de infecções não tratadas adequadamente, e outros que tem exposição a agentes tóxicos.

De mãe pra mãe - Cuidar de menina

Era uma vez um homem que depois de muito estudar e trabalhar decidiu formar uma família. Ele se casou, teve uma menina e cinco anos depois, um garoto. Tão logo o menino começou a andar, o pai comprava carrinhos para o filho brincar. E a coleção de carrinhos crescia muito e muito. Um dia, conversando com a mulher sobre isso, ela lhe disse que havia um exagero naquilo. O homem, respirou fundo, e assumiu: “cada carrinho que compro ao nosso filho, compro um pra mim também. Estou satisfazendo o menino que eu fui...”

Quem me contou a história foi o doutor Leonardo, pediatra dos meus filhos e amigo da minha família. Sempre pensei nela como um exagero de meninos... Até que fui mãe de menina.


E percebi que lá no íntimo, bem naquela parte em que só nós conversamos com nós mesmas, faz diferença ser mãe de menino e de menina. Não diferença na quantidade do amor, mas na qualidade da sua manifestação. Nem pior, nem melhor, diferente. Acho que um pouco o que quis dizer o médico: pais revivem sua infância, nos bons e nos maus aspectos, na convivência com seus próprios filhos.
Penso que a relação de uma garota com sua mãe tem uma simbologia bem concreta: vestidos, perfumes, maquiagem, bolsa, salto alto, colares, pulseiras, anéis e todo o arsenal que compõe a nossa vida cotidiana de mulher. Meninos pequenos até podem se encantar com o brilho dessas coisas, brincar junto da mãe, mas uma hora ou outra acabam se afastando. Esse universo feminino paralelo é o cartão de identidade de uma mãe e filha. Mesmo que nenhuma das duas seja ícone de vaidade – como é o caso meu e da minha filha – esse apreço pelo belo e delicado, é um dos elos que unem a gente.
Desembaraçar um longo cabelo, por exemplo, tem cena mais feminina? Claro que pais podem executar a tarefa com o mesmo zelo e eficiência. Mas falo de se entregar ao momento com a tenacidade de uma Penélope que tece e desfia seu bordado... Um instante de poesia, uma mãe repetindo com a filha a mesma cena de um passado em que a mulher era a criança, entre aflita e embevecida pela presteza das hábeis mãos de outra mãe, desembaraçando fios e pensamentos.
Pentear o cabelo da Bruna é um dos meus momentos preferidos na nossa rotina, quando falamos baixo e calmo, sobre tudo e nada, podemos falar de um problema na escola, podemos falar da nova cor de gloss. Podemos compartilhar nosso universo feminino sem nada dizer.


Ser mãe de uma menina, pra mim, é a chave para a passagem secreta da minha infância. É quando sento no chão e revivo minhas brincadeiras de garotinha. Quando reencontro minha mãe e ressinto e “re-sinto” nossa convivência. Você já experimentou essa sensação? Pois tente voltar no tempo e se lembrar de quando brincava que era a mãe das suas bonecas, de quando cuidar de cada uma e fingir que dava papinha e levava pra passear era nossa agradável diversão. Acho que é nesse cantinho do passado que mora a ternura, o amor e a delícia que chamamos de maternidade. Dali podemos nos reabastecer para o que é a parte da maternidade que é responsabilidade, dedicação e renúncia. Reencontrar a menina que fomos e reviver o sonho de ser mãe, todo dia, todo dia, todo dia...





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