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Alzheimer: É hereditário e pode até ser contagioso; Saiba mais.


A medicina aponta que o Alzheimer é hereditário e tem causas genéticas, pelo menos em alguns casos. Porém, estudiosos britânicos afirmam ter encontrado evidências de que a doença possa ser transmissível.

A hipótese foi levantada em um estudo divulgado na revista científica Nature. Pesquisadores da University College London apontaram que instrumentos cirúrgicos e agulhas poderiam representar um raro, mas real, risco de contágio. Seria algo semelhante ao observado com outra condição degenerativa do cérebro, a doença de Creutzfeldt-Jakob.

Vale destacar que essa ainda é uma estimativa, baseada em autópsias do cérebro de oito pessoas. Há especialistas que, inclusive, já refutam o estudo, alegando que os resultados são inconclusivos e não provam que a doença de Alzheimer possa ser contagiosa.

Alzheimer é hereditário na minoria dos casos

Estima-se que, no Brasil, essa doença afete aproximadamente 1,2 milhão de pessoas, muitas ainda sem um diagnóstico. Trata-se de um tipo de demência, mais comum em gente com idade avançada.

Ela se manifesta quando ocorre a morte de células do cérebro e um encolhimento do órgão, afetando muitas de suas funções. Em todo o mundo, em torno de 35 milhões de pessoas têm a doença de Alzheimer.

Recentemente, a discussão sobre o fato de o Alzheimer ser hereditário foi levantada no filme Para Sempre Alice, estrelado por Julianne Moore, que ganhou o Oscar de Melhor Atriz em 2015 por sua atuação.

Na história, ela vive uma pesquisadora e professora universitária que se vê vítima da doença aos 50 anos. Ela descobre, por meio de um mapeamento genético, que herdou a doença do pai.

A forma como a demência se manifesta na personagem é a chamada doença de Alzheimer familiar, que atinge adulto jovens. Outra maneira possível de manifestação é a esporádica, sem necessariamente ter fatores familiares associados.

O Alzheimer é hereditário em cerca de 5% dos casos da doença. Como fator familiar, costuma atingir vários parentes em uma mesma geração. Já na forma esporádica, são muitas as causas possíveis, e elas ainda seguem em estudo.

Ainda não há cura

Até o momento, não se sabe a causa exata da doença de Alzheimer. O que há de concreto é o conhecimento de que o quadro se desenvolve como consequência de uma série de eventos bastante complexos que acontecem dentro do cérebro.

A idade, bem mais que a hereditariedade, é vista como o grande fator de risco para a doença. Por isso, muitos dos estudos focam nas maneiras de prevenir o avanço da degeneração do cérebro.

Especialistas acreditam que, quanto mais estimulado intelectualmente o indivíduo for, desde os primeiros anos de vida, mais forte será o que se chama de rede de conexões interneuronais. Isso tende a gerar uma espécie de “poupança” de células, o que pode retardar quadros mais graves de demência.

Ainda, recomenda-se a prática regular de atividades físicas para manter o corpo em movimento e garantir o perfeito funcionamento do organismo. Isso também é apontado como uma maneira de prevenir ou amenizar o impacto de doenças degenerativas.

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