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Trabalho temporário no fim do ano: Aproveite as oportunidades!

Você pode desfrutar de uma nova experiência, qualificar-se e garantir um início de ano no azul.


O fim de ano sempre garante oportunidades de trabalho temporário. Com o aumento do consumo e da produção, diversos segmentos procuram por mão de obra extra entre novembro e fevereiro.

Segundo dados da Confederação Internacional de Trabalho Temporário e Terceirização (CIETT), o Brasil é o segundo maior contratante desse tipo de serviço no mundo. São em média 12,3 milhões de pessoas empregadas por ano nesse enquadramento. Veja como driblar a crise e garantir uma renda extra.

O impacto da crise

Apesar da boa fama da época, as expectativas para o fim de 2015 não são tão positivas quanto nos anos anteriores. O número de vagas temporárias está menor, em comparação ao ano passado, tornando até mesmo esses postos de trabalho ainda mais competitivos.

Essa demanda menor é consequência da crise econômica que marcou o Brasil este ano. Com o aumento do desemprego e, principalmente, a elevação nos juros e nos valores de diversos produtos básicos, o consumidor deverá gastar menos durante as festas. Consequentemente, a demanda do comércio é menor e a necessidade de mais colaboradores também diminui.

Ainda assim, ficar atento aos anúncios de vagas desde cedo e caprichar no currículo são ações simples que contribuem para o sucesso. Além disso, vale prestar um serviço de qualidade. Algumas empresas oferecem trabalho temporário com possibilidade de efetivação.

Trabalho temporário também garante direitos

Apesar do vínculo temporário - entre dois e três meses -, os funcionários têm os direitos trabalhistas assegurados. A lei estabelece uma série de limites nesse enquadramento de contratação, garantindo que o trabalhador não ganhe menos e que o serviço seja registrado na carteira de trabalho.

Segundo a lei, o prazo mínimo de contratação para trabalho temporário é de um mês. Ele poderá ser prorrogado por um período de até seis meses.

A rescisão do contrato representa a grande diferença entre um trabalho efetivo e um temporário. No caso da contratação com prazo definido, o trabalhador não tem direito ao aviso prévio, nem à multa de 40% do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS).

FONTE

Os piores conselhos de carreira que você pode receber.

Na hora de procurar um emprego, ou pensar na própria carreira, é muito comum ouvir conselhos de amigos e parentes. Mas, muitas vezes, é preciso tomar cuidado, pois algumas orientações não fazem sentido podem fazê-lo cair em armadilhas profissionais.

O site Exame.com conversou com Adriana Gomes, André Caldeira, Paulo Alvarenga e Eduardo Ferraz, especialistas de carreira, para desvendar algumas recomendações que não são tão verdadeiras assim. Veja abaixo algumas referências que devem ser deixadas de lado:


1 - Você pode ser tudo o que quiser – basta se esforçar 
As pessoas possuem personalidade e aptidões diferentes. Dizer que, com muito esforço e dedicação, alguém pode ser o que quiser é uma ideia primitiva. O foco deve ser no aprimoramento das habilidades e talentos específicos para não perder tempo com tarefas muito amplas.

2 – Manda quem pode e obedece quem tem juízo
Estar em uma empresa para obedecer absolutamente tudo o que o seu chefe impõe, significa que você está no lugar errado. Acatar regras absurdas figura uma realidade de 30 anos atrás, quando o mercado era mais rígido e vertical. Hoje, a escala profissional é mais flexível, portanto, essa história de submissão não leva para lugar nenhum.

3 – Não mencione cursos de excelência no currículo
Não se deve esconder nada no currículo – principalmente uma boa qualificação. “Já ouvi candidatos omitindo uma pós-graduação em Harvard por receio de assustar os recrutadores”, diz o consultor Eduardo Ferraz. “O intuito é mostrar mesmo”.

4 – Fique pelo menos 5 anos na mesma empresa
Há mais de dez anos era normal encontrar profissionais com 20 e 30 anos na mesma função. Mas, a teoria de ficar um tempo mínimo e máximo em cada empresa não se aplica mais. Segundo Paulo Alvarenga, sócio-diretor da consultoria Crescimentum, a estabilidade depende do legado que se deixa na organização – independentemente do tempo, o foco deve ser no resultado. "Não existe mais aquela receita de bolo”, diz.

5 – Você já está empregado. Não precisa ficar atualizando o currículo e o LinkedIn
Manter o perfil atualizado é de extrema importância para o profissional e para o mercado. O LinkedIn é uma rede muito relevante para as empresas – muitas já usam como fonte de recrutamento de pessoas. De acordo com a consultora Adriana Gomes, pensar nessa ferramenta somente em um momento de desemprego é muito ruim. “Não se deve abandonar a atualização das experiências. É importante manter-se visível”, afirma.

6 – Coloque sua carreira acima de tudo 
A ambição em excesso pode ser o pior inimigo para o crescimento. Manter a vida pessoal em atividade é a chave para manter uma vida útil prolongada e com saúde. “Seguir os objetivos a qualquer preço não é uma boa estratégia, pois pode entrar em conflito com a própria ética profissional”, diz André Caldeira, CEO da Propósito, consultoria especializada em gestão de carreira.

7 – Agora já pode gastar à vontade 
É muito comum ouvir esse tipo de conselho ao noticiar uma promoção ou a conquista de um novo emprego. Mas, o profissional precisa pensar em fazer uma boa reserva financeira. Segundo os especialistas, a maioria das pessoas no Brasil não faz um pé de meia. Investir em cursos e na gestão de carreira é a melhor orientação.

8 – Seja o primeiro a chegar e o último a sair
Nesse caso, os consultores dizem que o tempo de permanência não importa e, sim, como o profissional contribui para a eficiência dos resultados. Não é a quantidade de horas que vai definir a qualidade do seu trabalho.

Fonte

Profissões que devem desaparecer até 2022; a sua está na lista?

Enquanto oportunidades no mercado de trabalho surgem com o avanço da tecnologia, outras perdem utilidade e deixam de existir ao longo do tempo.

Um exemplo desta tendência é a profissão de carteiro, um dos trabalhos mais impactados pela tecnologia e lidera o ranking dos mais ameaçados de extinção, segundo o site de carreira CareerCast.

O novo estudo, feito com base em uma análise do instituto de estatística Bureau of Labor Statistics, revelou as carreiras que poderão perder grande parte de seus postos de trabalho (ou até desaparecerem por completo) até 2022.

Agente de viagem esta na quinta posição da lista
Outra carreira com futuro nada animador é o de repórter de jornal impresso, com uma projeção de queda de 13% nas contratações nos próximos anos. Confira abaixo quais são outras profissões populares que podem desaparecer:

Posição - Profissão - Projeção de retração dos postos de trabalho *Até 2022

1 - Carteiro..............................28%
2 - Agricultor............................19%
3 - Leitor de medidor................19%
4 - Repórter de jornal................13%
5 - Agente de viagem................12%
6 - Lenhador.............................9%
7 - Comissário de bordo...........7%
8 - Operador de furadeira ........6%
9 - Funcionário de gráfica.........5%
10 - Fiscal de impostos.............4%

Fonte: Yahoo - InfoMoney

Veja como se destacar no #LinkedIn para conseguir um bom emprego.

A gerente de comunicação latino-americana da rede social mais usada para empregar pessoas conta o que você pode fazer para seu currículo ficar caprichado!


O LinkedIn é uma rede social voltada ao mundo profissional. Lá, você disponibiliza suas experiências como se fosse um currículo online que pode ser visto por qualquer empresa ou recrutador. O Brasil já ultrapassou 15 milhões de usuário na rede e hoje está colocado como o terceiro país do mundo entre os que mais utilizam a ferramenta. Veja dicas de Fernanda Brunsizian, gerente de comunicação do LinkedIn na América Latina, para você montar um perfil relevante.

Deixe seu perfil o mais completo possível

Faça um esforço para preencher o maior número de campos disponíveis no site. "O perfil é sua identidade profissional. É importante que ele seja o mais completo possível e que tenha os campos pertinentes a sua experiência todos respondidos", diz Fernanda.

Seja verdadeiro

Não finja ser quem você não é. Conte um pouco sobre você, mas não invente habilidades ou características que não possui. "Nossa sugestão é que o usuário monte seu perfil virtual assim como ele é na vida real.", comenta.

Palavras de busca

Fernanda conta que, todo ano, o site faz um levantamento das palavras mais utilizadas pelos usuários do LinkedIn. Em 2013, a mais utilizada foi "responsável". Entre as dez mais também estão "estratégico", "dinâmico" e "multinacional". A gerente explica que o uso frequente dessas palavras torna o seu currículo clichê. "Seja autêntico", ela acrescenta. Não adianta considerar-se uma profissional criativa se não há fatos que comprovem esta percepção. Dar exemplos para demonstrar como você agiu com criatividade nos seus empregos e projetos é melhor do que simplesmente usar as palavras.

Foto

Nunca deixe o seu perfil sem foto, pois, segundo a especilista, os perfis com uma imagem têm 11 vezes mais chances de serem vistos pelos recrutadores - em relação a um que não tem. Assim como o currículo, a foto deve representar você profissionalmente, como em uma reunião. "Dê preferência para retratos", completa.

Aproxime-se

Networking se faz o tempo todo - e no LinkedIn não seria diferente. Porém, nada de sair por aí disparando convites. "Peça para ser apresentada a pessoas que você não conhece, mas que podem te ajudar na sua carreira. Nunca adicione quem não tem nenhuma relação com sua área, pois isso tem pouco sentido prático", alerta Fernanda. Siga os perfis das empresas. Assim você passa a ser notificada toda vez que elas anunciarem vagas.

VIA

Fábrica troca homens por mulheres, cria 'vale-salão' e dobra produtividade.


Em meio às faíscas e ao barulho da linha de produção, lábios com batom e rostos maquiados. Na fábrica de equipamentos industriais Dimensão Máquinas, em Trindade (GO), são as mulheres que fazem o trabalho pesado.

Desde que passou a contratar força de trabalho feminina para atuar na linha de produção, em 2009, o empresário Francisco Luciano Alves de Jesus, 37, diz que a produtividade aumentou e os negócios começaram a prosperar.

Jesus diz que, enquanto três homens demoravam 45 dias para produzir um equipamento, o mesmo número de mulheres fazia o serviço em metade do tempo. No ano, eles produziam a média de oito peças e elas, 16.

"Com os homens, tinha dificuldade para dividir tarefas porque eles eram mais orgulhosos. Já as mulheres trabalham melhor em equipe, o que possibilitou o aumento no quadro de funcionários e, consequentemente, a produtividade."

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